Emmy Awards 2014

Antes de qualquer cerimónia digna de red carpet, eu já sei que os meus preferidos são os que primam pela simplicidade.

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Heidi Klum em Zac Posen (e com o dito)

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Julia Roberts em Elie Saab

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Gwen Stefani em Versace

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Angela Bassett num Elisabetta Franchi que me roubou um sonoro UAU – Casava-me com este vestido!

De resto, muitos folhos, muitos decotes, fendas até ao pescoço… O usual não me aquece nem me arrefece.

Editor’s Pick fora de estação

Não ha nada como as novidades de Outono para me fazer esquecer os últimos meses passados a refilar com o tempo bipolar e a ressacar de um Verão como deve ser.

Se é para ser assim, S. Pedro, podes trazer ja a chuvinha e o frio, que a H&M trata do resto!

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Não sei se também acontece convosco mas, passadas as férias e mesmo no finalizinho dos saldos, quando encontrar uma peça decente com preço reduzido se transforma numa autêntica odisseia, já só tenho olhos para as roupinhas que me vão aquecer as peles nos meses mais frios.

Directamente da Editor’s Pick do site da H&M, a melhor forma, na minha opinião, de ficar a conhecer as novidades da marca. Quero lá saber se ainda estamos em Agosto, a minha vontade é mesmo começar a sonhar com as roupitas da nova estação.

Cintos

Os cintos – uma das peças mais desprezadas no meu roupeiro e, paralelamente, uma das peças com maior potencial de coolness com pouco investimento.

Há uns tempos, numa limpeza furiosa do roupeiro, desfiz-me de uma gigante colecção de cintos que já não viam a luz do dia há alguns anos. Na verdade, sou demasiado preguiçosa e a escolha de cintos cinge-se sempre ao básico: aquele cinto neutro que serve um único propósito, manter as calças mais largas no seu sítio devido. Fora isso, é raro apostar em cintos, embora admita e reconheça o seu grande valor na composição de um look. Talvez derivada do recente cansaço da fast fashion, talvez por, com este tempo, ficar com a criatividade de uma couve-flor e a primeira roupa a sair do roupeiro ser sempre a mesma fórmula segura; o certo é que, ultimamente, tenho prestado mais atenção aos cintos. Se antigamente tinha esta mania com os sapatos, agora dou por mim a fixar pessoas completamente desconhecidas, que passam por mim na rua, ali ao nível da braguilha – o que por vezes pode ser mal interpretado, tenho que me deixar destas coisas.

Resumindos: para o Outono que aí vem (ou já chegou?), quero cintos. Muitos cintos, vários tamanhos, vários estilos e vintage – verdadeiramente vintage, e não vintage Fabricado em Taiwan. E para esta tarefa tenho feito muita pesquisa no Asos Marketplace, que, se não conhecem, é um espaço online que a Asos disponibiliza para pequenas lojas e pequenas boutiques de todo o mundo disporem as suas peças. Vale mesmo a pena, é preciso saber procurar, é verdade, mas é um verdadeiro poço de relíquias da moda de outras épocas.

Falava eu desta obsessão por cintos: são tão válidos para completar e diferenciar um look como uns sapatos ou uma mala; se colocados na cintura, estilizam a figura e criam a ilusão de uma cintura mais fininha (e como eu preciso desta ilusão de óptica!), dão outro ar a roupas oversized, permitem criar sobreposições sem o medo de ficar a parecer um boneco Michelin (que não ficamos, são tudo fantasmas na nossa cabeça, mas eu conheço a sensação!)

Partilho convosco alguma da minha inspiração. Soltem a imaginação e agarrem-se aos cintos!

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Resumo das férias

Esta alminha que vos escreve já regressou das férias na segunda, mas ainda está com o espírito enterrado na areia, algures no Alentejo, por isso é que aqui o estaminé anda um bocadinho às moscas.

A verdade é que estas férias foram mesmo férias, no sentido da palavra – férias de telemóvel (que serviu quase só para passar boa música e consulta frenética de inspiração via Pinterest), férias de looks muito complicados. Não há, portanto, muitos registos fotográficos dos diazinhos que, não sendo nada de especial, foram passando ao sabor das ondas, fantásticos dias de dolce fare niente e da prática do nobre desporto que se chama papo para o ar.

Ainda assim, a minha mente está sempre convosco, pelo que fiz algumas excepções à minha rehab tecnológica para partilhar.

Fica aqui um resumo das minhas férias:

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Leitura e protecção! Protetores AVON SUN, FPS 50 e 15, para rosto e corpo, respectivamente.

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Sítios mais sossegadinhos, sítios mais movimentados, banhos de piscina, banhos de mar… 

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Um cor-de-rosinha muito agradável, que a pele mais morena já pede alguma cor nos lábios. Ultra Colour Batom para Lábios, da AVON, no tom Hibiscus. O equílibrio perfeito entre cor vibrante, cor que se vê nos lábios, e hidratação.

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Regressada a casa, recebida com muito mau humor por parte do S. Pedro, não tive outro remédio senão ir espreitar os saldos e trazer estes dois novos amores: a gabardina H&M (levezinha, perfeita para este Verão fantástico que temos tido) e os slip ons da Primark, que foi assim uma paixão assolapada à primeira vista. Mistura tudo, junta-lhe umas boyfriend (Mango Outlet, o paraíso das compras online) e mala verdadeiramente vintage, que deve contar por esta altura mais anos que eu própria (era da mãe e veio viver comigo já há uns bons tempos). Assim se passaram as minhas férias e, se querem que vos diga, há muito que me fazia falta umas férias assim – sem grandes planos, sem grandes pressões, completamente a borrifar-me para o mundo no geral, em plena sintonia com as minhas leituras, a praia, o sol e o homem de lá de casa.

Hair crush

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Se os astros se alinhassem, se Júpiter entrasse na casa da Lua (ou coisa que o valha), se as estrelinhas do céu se juntassem todas numa conspiração, talvez eu conseguisse ter um cabelo para lá de espantoso, assim como a Yasmin Sewell. Ainda assim, duvido. Talvez com uma boa mezinha, uma reza de mãe-de-santo e umas boas centenas investidas em produtos capilares. Sim, assim talvez lá fosse.

A última vez que deixei uma tesoura chegar-se aos meus cabelos com fúria de corte foi em Outubro do ano passado e foi para apostar num corte do género. Curtinho atrás, mais comprido na frente, desalinhado e descontraído. Aproveitando uma fase de descanso pré-alisamento, deixei que os meus muito domados caracóis dessem um ar da sua graça, não fosse ao fim deste tempo todo já terem aprendido a lição e, numa tentativa de me impressionar, apresentar-se espetacularmente espantosos. Pois, não foi bem isso que aconteceu. Se a inspiração era uma Yasmin cheia de pinta, descontraída e com um quê de elegância, o resultado foi um cruzamento entre um caniche despenteado e um bad hair day permanente.

Agora, quase um ano passado, com o dobro do comprimento e o alisamento retomado, deixava-me seduzir de novo se não tivesse o desgosto ainda tão marcado na minha mente. Assim, resta-me sonhar e contar que, numa próxima vida, os deuses capilares me abençoem.

Olivia Palermo kind of wedding gown

 

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Eu sei que já toda a gente comentou a escolha da Olivia Palermo para o seu casamento. Mas eu fiquei tão apaixonada pelo que vi que não posso deixar passar sem comentar. É uma das noivas mais bonitas que já vi. Não só pela sua beleza natural, mas pela simplicidade. Olivia juntou uma camisola num tom pérola/marfim/whatever (perdoem-me, mas eu nunca fui muito boa no que diz respeito à vasta gama de tons de branco existente), uns calções e uma saia de tule para dar aquele ar mais “noiva”. Fugiu dos sapatos brancos benzàdeus e continuou simples e despretensiosa na escolha de acessórios, na maquilhagem e no penteado.

Eu não sei se algum dia vou casar, no sentido de fazer uma cerimónia, estar ali enquanto noiva e isso tudo. Eu não sinto a necessidade de casar, porque o meu matrimónio é diferente, está no dia-a-dia. Eu não me  sinto inclinada para casar, porque nunca fui do estilo de menina que sempre sonhou com um vestido branco e um altar e todas essas coisas – sou do tipo mais pragmático. Mas, se um dia casar, se um dia sentirmos os dois que é um passo que nos faz falta, terei sem dúvida a escolha da Olivia Palermo como inspiração: simples, despretensiosa, confortável. Porque sempre ouvi dizer que o dia do casamento é um dia em que a mulher se sente uma verdadeira princesa… e as verdadeiras princesas precisam de pouco para brilhar!

(E se os astros se alinharem, se eu e o homem lá de casa perdermos a cabeça e embarcarmos nessa loucura que é organizar um casamento, será, seguramente, num jardim. E terei, seguramente, uma boa dose de anti-histamínicos à mão, porque as minhas alergias não hão de ser mais teimosas do que a minha paixão por jardins.)

 

Receita para os dias difíceis

Neste tempo de verão-outono-verão-outono, em que desfrutamos de 2 ou 3 dias de calor à séria para depois nos 7 seguintes levar com chuva no lombo, as decisões sobre o que vestir nem sempre são fáceis. Especialmente se estas decisões são tomadas de manhã, com a hora de sair à perna, o cérebro ainda adormecido e o bom senso toldado.

Nestas alturas a camisa de ganga é a minha melhor amiga: não é demasiado fresca, aquece nos dias menos jeitosos, permite combinar facilmente com outras peças e, consoante a combinação, adequa-se a diferentes ocasiões ou humores.

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É uma peça indiscutivelmente versátil: o resultado e a sua adaptação a um cenário mais ou menos formal depende, essencialmente, dos acessórios que se acrescentam. Tanto fica bem conjugada com cores vivas como com materiais mais nobres e peças brilhantes, variando do business attire ao look descontraído de fim-de-semana.

Sou, sem dúvida, uma fã. O problema é que, no meu armário, só moram duas camisas de ganga, sendo que uma delas é bastante levezinha e fresca (comprada no ano passado na Mango, praticamente igual a esta), pouco própria para este fantástico Verão a que temos assistido. A outra, desgraçada, tão velhinha que já nem me lembro onde a comprei, tem feito inúmeras viagens entre o armário, a máquina de lavar roupa e o cesto de roupa para passar, pelo que estou seriamente a ponderar aproveitar as promoções e os saldos que aí vêm para lhe dar algum descanso.

Com saias e calças – formais ou desportivas – saltos altos ou ténis, denim on denim, com acessórios de estilo boémio ou com muuuuuito brilho, a camisa de ganga tem sido sempre a receita infalível para os dias difíceis, metereologica e temporalmente falando.

Digam-me de vossa justiça, concordam com a minha paixão por camisas de ganga? Já aproveitaram as promoções para renovar ou acrescentar camisas de ganga ao vosso armário?